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Industria Vai Contratar, Mas você está Preparado?

Tanto Onshore Quanto Offshore

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Você que deseja crescer nesse senário industrial que hoje está sendo revigorado por toda uma estrutura geopolítica, deve ficar antenado nas maiores empresas e nos maiores projetos do nosso país! Não fique esperando uma oportunidade somente em uma empresa. Abra sua mente para o mercado industrial do Mundo Offshore e Onshore.

1. Samarco

Samarco

Com previsão de retorno até o segundo semestre deste ano, as atividades da Samarco devem aquecer a economia do sul do Estado. Em especial de Anchieta. Também por conta da geração de empregos diversos com a volta da multinacional através de diversas empresas que prestam serviços diretos e indiretos. A expectativa é grande uma vez que desde a paralisação diversos prejuízos foram contabilizados no Espírito Santo.

Com a obtenção da licença Operacional Corretiva, obtida em outubro de 2019, a retomada das operações deve acontecer até o final de 2020. Uma das principais inovações tecnológicas é o sistema de filtragem.

Estão previstos mil empregos  e esse impacto positivo pode se estender até Aracruz, litoral norte do ES.

Até a paralisação das atividades, a Samarco representava 5% do PIB capixaba. A partir de agora o retorno das atividades pode atrair novos investimentos e gerar a economia que vai influenciar vários novos empreendimentos.

No início a Samarco vai trabalhar com 26% de sua capacidade total, o que pode gerar até 8 milhões de toneladas/ano de materiais. Também está prevista a instalação de novas tecnologias para acumulo de resíduos secos.

Em seguida a produção poderá chegar até 16 milhões de tonelada por ano.

 

 

2. Índia e Brasil

Índia e Brasil

Como parte do MoU, os dois países se concentrarão nas oportunidades de exploração offshore , produção (E&P) e gás natural liquefeito (GNL).

A Índia e o Brasil também se concentrarão em pesquisa e desenvolvimento no setor de energia.

A ministra do petróleo da Índia, Dharmendra Pradhan, twittou: “A Índia está diversificando seu suprimento de petróleo e nossas empresas de petróleo manifestaram interesse em adquirir mais petróleo do Brasil, se oferecido em termos comerciais favoráveis.

“Discutimos ainda mais a colaboração de nossos esforços no campo dos biocombustíveis. Nossa meta é atingir 20% de mistura de etanol na gasolina e 5% de capacidade de mistura de biodiesel até 2030. ”

Segundo o governo indiano, os dois países incentivarão a colaboração em questões de energia e meio ambiente de petróleo. Eles também cooperarão em políticas de energia, como eficiência energética e desenvolvimento de pesquisas sobre energia.

A parceria também se concentrará na expansão das redes regionais de infraestrutura energética.

Espera-se que o memorando de entendimento seja assinado ainda este mês, quando o presidente do Brasil visitar a Índia.

Atualmente, a ONGC Videsh, controlada pelo estado da Índia, tem participação em dois blocos de exploração no Brasil, BC-10 e BM Seal-4.

A Índia também busca aumentar suas importações de petróleo do Brasil. Isso ajudará o país a espalhar suas vias de importação, que atualmente dependem principalmente do Oriente Médio.

3. Consórcio Libra

Consórcio Libra

O Consórcio Libra é liderado pela Petrobras – com uma participação de 40% – em parceria com a Shell Brasil (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC Ltd. (10%). O consórcio também tem a participação da empresa estatal Pré-Sal Petróleo SA (PPSA) como gerente do acordo de compartilhamento de produção.

Mais especificamente, o prêmio refere-se ao Mero 1, um projeto de águas ultraprofundas, que consiste em até 17 poços e um FPSO, situado a aproximadamente 180 km da costa do Rio de Janeiro, na área do pré-sal da bacia de Santos, a uma profundidade da água de aproximadamente 2.000 m abaixo do nível do mar com a produção de petróleo prevista para começar em 2021, disse Prysmian na quinta-feira.

Segundo Prysmian, o projeto Mero 1 é o primeiro na região a usar umbilicais com tubos de aço.

O contrato inclui o fornecimento de aproximadamente 60 km de umbilicais para tubos de aço, consistindo em 9 e 12 funções de tubos de aço super duplex de 1/2 “de diâmetro e 10kpsi, que serão fabricados na unidade de produção do grupo em Vila Velha.

A Petrobras e seus parceiros tomaram a decisão de investimento para a segunda fase do projeto Mero em junho de 2019. A decisão de investimento seguiu o início da produção em campo em novembro de 2017 (Early Production System) e o lançamento da primeira fase do projeto. (Mero 1) aproximadamente um mês depois.

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